segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Pragma

Esta cozinha tem tido muito pouco movimento. Em compensação, tem bebido muita e variada inspiração.
Conheci finalmente a cozinha de Fausto Airoldi e fiquei muito bem impressionada.
Apesar da (para mim excessiva) formalidade do ambiente e de uma ou outra desatenção do serviço (não admissível a este nível), vale a pena conhecer o Pragma.

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Pimentos Padrão


"Uns picam e outros não", dizem os espanhóis.
Óptimo aperitivo, rapidíssimo e sem necessidade de ingredientes para além dos ditos.
pimentos padrão (de origem espanhola são menos picantes que os de origem africana)
azeite
sal grosso

Requisito obrigatório: cervejinha geladinha

terça-feira, 9 de outubro de 2007

Petit gateaux com ganache de chocolate preto


A primeira vez que provei um petit gateau foi num restaurante argentino em Lisboa e foi amor à primeira vista. Desde então várias versões foram ensaiadas na minha cozinha.
Esta é muuuiito boa!

150 grs de chocolate negro
150 grs de açúcar
130 grs de manteiga sem sal
3 ovos
2 gemas
40 grs de farinha

Para o ganache:
150 grs de chocolate 70%
75 grs de natas
1 cherinho de vinho do porto
Pimenta preta

O ganache pode e deve fazer-se na véspera uma vez que tem de solidificar no congelador. Resulta simplesmente da mistura dos ingredientes listados, derretidos e bem homogeneizados.

Quanto à massa do petit, segue mais ao menos o procedimento habitual dos bolos de chocolate: o chocolate derrete em banho-maria juntamente com a manteiga; enquanto isso, batem-se as gemas com o açúcar até se obter uma massa esbranquiçada. Juntam-se as duas massas, ao que acresce a farinha e, por fim, as claras batidas em castelo.
Enchem-se se as formas e introduz-se um cubinho de ganache em cada delas.
Devem ficar no frigorífico por umas horas e, depois, assados por uns 15/16 mns a 150º, em forno pré-aquecido.

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Capuccino de ervilhas com espuma de coentros



Se o Outono insiste mesmo em bater-nos à porta … pensemos em coisinhas quentes.

ervilhas congeladas
3 rodelas de alho francês
½ cebola
Sal q.b.
lecitina de soja
2 colheres de leite gordo
leite q.b.
azeite q.b.
coentros q.b.

Ao contrário da maioria dos cremes de ervilhas, que são feitos à base de natas ou de caldos industriais, este foi feito da forma mais inócua possível e o resultado foi mais que satisfatório.
As ervilhas cozeram com o alho francês e com a cebola durante um bom bocado de forma a amaciar a “casca” da ervilha. Caso se usem ervilhas frescas devem pelar-se uma a uma depois de cozidas.
Faz-se um puré com os vegetais, rectificam-se os temperos e rega-se com um fio de bom azeite. Vai de novo ao lume a apurar a nova companhia.
Entretanto, com a ajuda de uma varinha mágica aromatizam-se um ou dois dedos de azeite com uns coentros frescos. Socorrendo-nos da mesma ajuda, preparamos a espuma, juntando a lecitina ao leite, que recebe depois o azeite aromatizado.

terça-feira, 25 de setembro de 2007

Filete de palmeta com molho verde


Un, deux, trois, quatre…
Prato de peixe em quatro gestos.

2 filetes de palmeta
sumo de limão
sal
pimenta
2 mãos cheias de espinafres
1 dente de alho
2 colheres de natas
1 colher de mascarpone

1- O peixe vai ao forno em papelote, temperado com sal, pimenta e sumo de limão. 2- Enquanto isso, salteiam-se os espinafres em azeite e alho até ficarem macios. 3- Nessa altura juntam-se as natas e, depois, o mascarpone. 4- Num copo liquidificador faz-se um creme deste preparado e verte-se sobre o peixe.

segunda-feira, 24 de setembro de 2007

Muffins de fim-de-tarde


Trabalhar ao domingo, ainda que em casa, é sempre penoso… Se estiver sol, pior ainda.
Nada com um muffinzinho, acompanhado de um chá branco, para animar a labuta.

75g manteiga sem sal
200g farinha de trigo
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de fermento em pó
75g de açúcar
uma pitada de sal
100g de iogurte
100ml de leite
raspas de limão q.b.
pinhões q.b.
canela q.b.

Juntam-se os ingredientes secos numa taça. Derrete-se a manteiga e deixa-se arrefecer. Num outro recipiente misturam-se os ingredientes líquidos. Juntam-se líquidos e sólidos de modo a obter uma massa homogénea mas sem bater. Divide-se a massa pelas formas, polvilha-se com canela e adicionam-se, por fim, os pinhões. Vão ao forno por 15 minutos.

sexta-feira, 21 de setembro de 2007

Crepes com legumes


A minha antipatia para com a cozinha chinesa foi totalmente desfeita, há uns anos atrás, na primeira oportunidade que tive de a provar in loco.
Ganhei, desde então, uma profunda admiração pela cozinha asiática, corroborada entretanto por outras incursões pelo Oriente.
Desta vez, os tradicionais spring rolls cederam lugar a uns crepes feitos com massa de arroz e o resultado foi surpreendente.

6 folhas de massa de arroz
1 cebola
2 dentes de alho
2 pés de brócolos
2 pés de couve-flor
1 mão cheia de rebentos de soja
1/3 de couve chinesa
1 mão cheia de espinafres
100 grs de cogumelos frescos
azeite q.b.
molho de soja q.b.
azeite para fritar

Pelo wok passaram cebola, alho, azeite, sal, a couve chinesa cortada em juliana, os pés de brócolos, os pés de couve-flor, os rebentos de soja, os cogumelos e uns espinafres prestes a soçobrar, tudo temperado com sal, pimenta e molho de soja.
Cada folha de massa de arroz deve passar por um recipiente com água tépida ligeiramente açucarada, descansando depois por 2 minutos em cima de um pano.
Recheiam-se, enrolam-se como crepes e levam-se a fritar (eu prefiro no forno, conhecida que é a minha intolerância a fritos).

quarta-feira, 19 de setembro de 2007

Crumble de maçã e groselhas com frutos secos


E, se de repente, lhe disserem que tem visitas para o jantar... um crumble é sempre uma boa solução para a sobremesa.
Não foi o caso... este jantar já estava combinado há uma semana mas a hora tardia a que cheguei a casa não me permitiu outras aventuras.

175 grs de farinha
130 grs de açúcar mascavado
75 grs de manteiga sem sal
1 colher de pinhões
1 colher de amêndoas
1 colher de avelãs
1 colher de sementes de papoila
1 maçã
4 cachos de groselhas

Tostam-se os frutos secos no forno e moem-se grosseiramente na picadora.
Juntam-se à massa que resulta da junção da farinha, do açúcar e da manteiga, como em qualquer outro crumble.
No fundo de um ramequim dispõem-se cubinhos de maçã e uns 5 bagos de groselhas. Polvilham-se com açúcar em pó e, com as pontas dos dedos, borrifam-se com água. Cobre-se com a massa e levam-se ao forno.
Estes foram para a mesa ainda a fumegar, acompanhados de gelado de nata e molho de morango.

segunda-feira, 17 de setembro de 2007

Salada Shabbath


Esta salada nasceu num sábado solarengo mas nem por isso quente.

1 embalagem de massa folhada já estendida
alface frisada
rúcula selvagem
tomate
tomate cereja
pimento doce
mozarella fresca
avelãs
sal
sementes de alfafa tostadas

Para o molho:
azeite
vinagre de xerez
sal.q.b.
pimenta q.b.
1 colher de café de mel

terça-feira, 11 de setembro de 2007

Amuse-bouches de salmão – variações


Os originais já foram repetidos vezes sem conta. Disputam os lugares cimeiros do top dos pratos mais pedidos.
Desta vez, o salmão partilhou o protagonismo com um punhado de vieras, frescas mas depuradas.

1 embalagem de salmão da Noruega
1 embalagem de cream cheese
pinhões q.b
sumo de limão q.b.
1 embalagem de vieiras
1 dente de alho
flor de sal q.b.
azeite q.b.
1 frasquinho de caviar de salmão
alecrim q.b.

Os rolinhos de salmão foram feitos à semelhança dos originais com uma única alteração: foram barrados com cream cheese em vez de requeijão.


As vieras foram lavadas em água fria abundante e depois salteadas em azeite e alho. Dispostas em colheres de degustação, foram cobertas com umas ovas de salmão, regadas com sumo de limão e perfumadas com alecrim.

sexta-feira, 7 de setembro de 2007

Satay de frango


Na Indonésia fazem-se satays de tudo: frango, peixe, marisco, legumes… todos os ingredientes podem, basicamente, converter-se em satay, bastando para isso que sejam enfiados num espeto de bambu e temperados a preceito.
É certo que estes não tiveram honras de bambu, mas o tempero apurado fez-nos esquecer o pormenor.

Num almofariz, esmaguei o alho, meia chalota e o conteúdo de duas vagens de piri piri, abertas ao meio. Na marinada entrou ainda uma boa quantidade de azeite, flor de sal, uma pitada de açúcar demerara, um tiquinho de gengibre fresco ralado, uns cominhos, uns grãos de mostarda, um cherinho de molho de soja e sumo de limão.
Dividi o molho em duas partes e a uma delas acrescentei uma colher de café de caril. Deixei o frango nesta marinada durante uma hora, altura em que passou para o grelhador.

Não podia deixar de ser servido com um arroz basmati bem branquinho.

quarta-feira, 5 de setembro de 2007

Magrets de pato com risotto de chá verde


Os jantares no terraço têm a desvantagem de não terem luz suficiente para se tirarem fotografias. My apologies.

Para os magrets:
2 magrets de pato (de origem francesa*)
sal
pimenta
sumo de limão

* Dizem os especialistas que são os melhores e que a diferença é substancial.
Para o Risotto:
arroz arbório
chá de sencha
1 chalota
1 dente de alho
vinho branco q.b.
sal. q.b.
manteiga q.b.
parmesão q.b.
2 colheres de sopa de mascarpone

Comecei por fazer uns cortes na pele gorda dos magrets temperei-os com sal, pimenta e limão. Depois de algum tempo em repouso, levei-os a “fritar”, sem gordura, começando com a pele virada para baixo, que em pouco tempo vai cedendo a gordura suficiente para a fritura. Convém que a frigideira esteja bem quente para que se consiga selar a carne e, desta forma, reservar os sucos dentro dos magrets.
Os ditos perdem toda a piada se forem bem passados. Portanto, uns breves minutos são suficientes. Com a ajuda de umas luvas (eu tive ainda de recorrer a um pano) e de uma boa faca para carne, cortei os peitos de pato em fatias finas (no sentido contrário ao dos veios da carne).

Entretanto fui preparando o risotto que, ao contrário do que sempre sucede nesta cozinha, não foi feito com caldo, mas sim com chá verde. Escolhi o de sencha por ser bastante suave.
Alourei uma chalota e um dente de alho em azeite, juntei o arroz e deixei-o ganhar o gosto. Reguei com um bocadinho de vinho branco, deixei evaporar e fui adicionando o chá (acabado de fazer), a pouco e pouco, até o arroz ficar al dente. Nessa altura, juntei duas colheres de sopa de manteiga, três colheres bem cheias de parmesão, e, por fim, duas colheradas de marcarpone.

segunda-feira, 3 de setembro de 2007

Salada com trigo e chèvre gratinado


Ao que parece, Setembro irá fazer Agosto corar de vergonha, no que respeita a temperaturas...
Do mal, o menos, porque podemos ter passado as férias de casaco de malha mas agora teremos jantares no terraço até o inverno irromper.
A desforra será impiedosa!
Por entre barbecues e refrescos, muitas saladas passarão por esta cozinha…
alface frisada
rúcula selvagem
tomate
tomate cereja
pepino
trigo para quibe
sumo de limão
sal.q.b.
pimenta q.b.
sementes de sésamo
quejo chévre

Molho de iogurte:
125 grs iogurte natural cremoso
1 colher de sopa de ricota
sal.q.b.
pimenta q.b.
sumo de limão q.b.
pepino cortado aos cubinhos muito pequeninos
aneto q.b.

Com a devida antecedência, há que hidratar o trigo, de acordo com as instruções da marca. A que eu usei recomendava que estivesse de molho 3 horas. Findo esse tempo, escorri e sequei o trigo com a ajuda de um pano.
Misturei a alface, a rúcula, os tomates e o sésamo com o trigo e, por fim, dispus o queijo, já gratinado.
O molho de iogurte assenta-se-lhe que nem uma luva.

sexta-feira, 31 de agosto de 2007

Croácia à mesa


As minhas desculpas. Mas, nestas férias o registo (sobretudo o fotográfico) da gastronomia local foi relegado para último plano. Mais por incúria da repórter de serviço que por falta de motivos de reportagem, naturalmente.
A cozinha croata é diversa e resulta da fusão de uma série de influências transfronteiriças, sobretudo vindas das vizinhas Itália, Hungria e Bósnia-Herzegovina.
Ao longo da belíssima costa do Adriático, bem como nas diversas ilhas, predominam os peixes (sobretudo a dourada) e os mariscos, fresquíssimos, preferencialmente servidos grelhados. A variação mais frequente é o sempre apetecível spaguetti al fruti di mari, reflexo da influência veneziana e referência obrigatória nas cartas de qualquer restaurante de Dalmácia (zona costeira do centro da Croácia). Desta região, destacam-se ainda o salame e o queijo de cabra (óptimo!!)

Em Zagreb, as atenções recaem sobre os goulashes, reminiscências do domínio húngaro no território.
De visita a Ljubljana, paragem obrigatória no mais famoso restaurante da capital eslovena: o Sokol, onde se podem provar variadíssimas especialidades típicas do país, sobretudo à base de rena, veado e cavalo: http://www.gostilna-sokol.com/

terça-feira, 7 de agosto de 2007

Por falar em pic-nic...


Nos próximos dias.... vou fazer muitos! Na praia, na floresta, por onde passar.
Finalmente vou de férias!
Até já!

Cookies

Com chocolate ... ou com canela?


Ideais para levar para um pic-nic, por exemplo, estas bolachinhas fazem as delícias de crianças e adultos. Com o tempo quente, há que ter apenas o cuidado de não as deixar ao calor muito tempo, na medida em que o chocolate das pepitas derrete com enorme facilidade.
Aproveitei a massa para testar umas com canela e ficaram aprovadas.

350 grs de farinha
200 grs de açúcar branco
75 grs de açúcar demerara
200 grs de manteiga
1 ovo
1 gema de ovo
1 colher de chá de sal
1 colher de chá de bicarbonato de sódio
75 grs de pepitas de chocolate
(cacau em pó)
(canela em pó)

Misturam-se a farinha, os açúcares, o bicarbonato e a colher de chá de sal. Derrete-se a manteiga e deixa-se arrefecer um bocadinho. Fazemos um buraco na farinha e introduzimos o ovo, a gema e a manteiga. Trabalha-se a massa até fazer uma bola que se despega facilmente da taça.
Dividi este preparado 3, num acrescentei pepitas de chocolate, noutro cacau em pó e pepitas de chocolate e, no último, optei por adicionar canela.
Fiz bolinhas, coloquei-as no Silpat, e achatei-as com a palma de mão. Foram ao forno por uns minutos e arrefeceram numa grelha.

segunda-feira, 6 de agosto de 2007

Doces d’ovos com amêndoa

Das ideias simples…


Não sei se já terei tido aqui oportunidade para dizer que tenho a sorte de receber todas as semanas produtos fresquíssimos vindos da quinta da minha avó. Os ovos que me manda são fabulosos e dão uma cor fantástica a tudo o que faço com eles.
Aproveitando que tinha imensos ovos e que estou prestes a ir de férias, lembrei-me de os aproveitar fazendo estes pequenos docinhos, acompanhamento perfeito para o café, o chá, ou mesmo sem qualquer companhia.
São precisos 18 ovos + 2 (na verdade, são apenas 18 gemas + 2), 250 grs de açúcar, 100 grs de água, farinha q.b., amêndoa laminada q.b. e açúcar em pó q.b..
Leva-se a água e o açúcar ao lume (15 minutos depois de levantar fervura, ou até ficar em ponto). Retira-se do quente e deixa-se arrefecer. Quando aparentar estar morno, juntam-se as 18 gemas de ovo. Leva-se de novo ao lume para cozer, sem parar de mexer, até começar a soltar-se do tacho.
Nessa altura, verte-se para uma taça, até que arrefeça e ganhe solidez. Eu deixei umas 12 horas no frigorífico.
Depois, com as mãos enfarinhadas, fazem-se pequenas bolinhas (voltei a leva-las ao frio porque é muito difícil trabalhá-las quando ficam moles). Passam-se por gema batida (as tais +2) e fazem-se rolar sobre amêndoa laminada torrada, levemente partida com as mãos. Polvilham-se com açúcar em pó de colocam-se em forminhas de papel.

sexta-feira, 3 de agosto de 2007

Salada de 2 queijos com tiritas crocantes


Jantar no terraço numa belíssima noite de verão tem os seus inconvenientes. Posso garantir que as fotografias não fazem jus à salada...
alface frisada
rúcula
rúcula selvagem
tomate
mozzarella fresca
queijo feta
duas folhas de massa brick
manteiga

Para o molho:
azeite
sumo de limão
sal.q.b.
pimenta q.b.
1 colher de chá de mostarda de Dijon

quinta-feira, 2 de agosto de 2007

Fusilis de 4 cores com verdes e molho roquefort



Uma massinha multivitaminada para não desidratar:
Fusilis de 4 vegetais
espinafres
agrião
courgete cortada aos palitos
1/2 cebola picada
1 dente de alho
125 grs de iogurte natural (quem não tiver problemas com gorduras pode substituir por natas)
2 colheres de sopa de roquefort
sal q.b.
azeite q.b.
parmesão q.b.
aneto q.b.

Enquanto a massa coze em água, sal e um fio de azeite (6 minutos), salteiam-se os legumes (primeiro a curgete, depois os espinafres e o agrião) em azeite, alho e cebola. Juntam-se o iogurte (ou as natas), o roquefort e uns fiozinhos de aneto. Polvilha-se, por fim, generosamente com parmesão ralado.

terça-feira, 31 de julho de 2007

Muffins de cacau com coração de chocolate


O post destes bolinhos andava embruxado. Primeiro, apaguei a fotografia por engano quando fui de viagem, depois, na segunda vez que fiz os muffins, e em plena sessão fotográfica, fui atacada por uma legião de vespas... abortando a tentativa de registo.

Bom, mas como à terceira foi de vez, aqui fica:

200g farinha
75g manteiga sem sal
85g de açúcar
1/2 colher de chá de bicarbonato de sódio
2 colheres de chá de fermento em pó
uma pitada de sal
1 iogurte natural,
1 copo de iogurte de leite
1 ovo
2 colheres bem cheias de cacau em pó
Quadradinhos de chocolate preto

Misturei os ingredientes secos (à excepção do cacau) numa taça. Derreti a manteiga e adicionei os restantes ingredientes líquidos. Juntei líquidos e sólidos e, a esta massa, o cacau. Enchi até meio cada forminha com este preparado, introduzi 2 quadrados de chocolate e voltei a verter a massa achocolatada. Foram ao forno por 15 minutos.

Posso dizer que estes muffins bateram recordes de pontuação!
As imagens falam por si: